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Marcelo Jeneci – 24 Set

Marcelo Jeneci é um dos cantores e compositores mais importantes do brasil da atualidade. Lançou seu primeiro disco no final de 2010, Feito para Acabar, e foi logo considerado um dos melhores discos de 2010 por imprensa tão importante como a Rolling Stone.

O seu segundo álbum, laçando em 2014, foi nomeado para o Grammy latino de melhor álbum de música brasileira e nesse mesmo ano recebeu o prémio de “Melhor Compositor” pela respeitada Associação Paulista de Críticos de Arte.

Encontramos na música de Marcelo um Brasil diferente, mais introspetivo, mais universal mas sempre com a alma brasileira. Letras fortes e melodias muito particulares fazem de Marcelo Jeneci um músico de referência, um concerto de encerramento de luxo, imperdível.


Linda-Martini

Linda Martini – 17 Set

Em estreia na Madeira, a banda de rock português de culto trazem novo disco editado em 2016, que tem sido referido como um dos melhores discos nacionais do ano.

São as várias distinções e prémios como também concertos nos grandes festivais como Super Bock Super Rock, Paredes de Coura, Primavera Sound Barcelon,a entre tantos outros. Fizeram a primeira parte de artistas tão importantes como Sonic Youth ou LCD Soundsystem.

Com mais de 10 anos de existência, a banda surpreendeu sempre e soube inovar de disco para disco. Se primeiro todos colocaram o rótulo de pós-rock, em Casa Ocupada responderam com uma cena mais punk-hardcore. Depois Turbo Lento trouxe uma espécie de síntese dos dois.

Sirumba é o quarto dos Linda Martini, e como todos os outros, está diferente. Aquela última onda turbulenta cheia de ruído acabou. Esquece aquela distorção. Agora o som está mais limpo, mais claro, mais melódico mas não necessariamente mais calmo.


First-Breath-After-Coma

First Breath After Coma – 10 Set

Depois de Leiria, Porto e Coimbra e o CCB terem salas cheias para assistir às pré-apresentações de “Drifter”, os First Breath After pisam o palco da Estalagem da Ponta do Sol.

Os portugueses First Breath After Coma trazem o seu pós-rock delicado. Depois do primeiro trabalho ser uma surpresa auspiciosa de cruzamento da influência pós-rock com o formato canção, a banda trabalhou em novas experiências e deu forma a “Drifter”, álbum lançado em 2016.

Quando, em 2013, gravaram um disco de estreia conceptual estavam longe de pensar que temas como “Escape”, “Shoes For Men With No Feet” ou “Apnea” conseguissem chegar a rádios internacionais e os levassem a uma extensa digressão com paragem em festivais como Paredes de Coura, Bons Sons ou o espanhol Monkey Week.


Amelia-Muge

Amelia Muge – 31 Ago

Amélia Muge é, sem dúvida, uma das mais respeitadas compositoras e cantautoras portuguesas da atualidade.
Camané, Ana Moura, Mísia, Pedro Moutinho ou os Gaiteiros de Lisboa são apenas alguns dos artistas para quem tem composto.
A sua música junta tradição e inovação. Partindo da música tradicional portuguesa e africana para alcançar uma grande modernidade. A música da Amélia Muge destaca-se também pela beleza das letras das suas canções.

Diversas distinções foram já atribuídas ao seu trabalho discográfico e poético e a vertente intercultural do seu trabalho tem originado uma série de colaborações com músicos de diversos países, sendo o mais recente a Grécia com o maravilhoso projeto de CD e concertos “Periplus”, considerado pelo Jornal Expresso – Álbum do Ano (2012), e um dos álbuns do ano para a conceituada revista Inglesa Folk Roots Magazine, entre outros.
A melhor representação da música tradicional portuguesa em estreia na Madeira nos Concertos L.


Conner-Youngblood_2016

Conner Youngblood – 17 Ago – estreia nacional

Multi-instrumentista do Texas, Conner Youngblood faz a sua estreia em Portugal nos Concertos L, este artista tem um estilo muito próprio onde a guitarra elétrica, batidas eletrónicas, sons melódicos, precursão, harpa, clarinete e uma voz muito particular fazem da sua música algo muito especial, com alma e sinceridade.

Encontramos na sua música algo de muito sofisticado e particular com influências que podem ir do bluegrass, a um subtil hip hop, clássico instrumental e folk.

Segundo Conner a arte tem obrigação de ser real e humana e sente-se isso na sua música, um quadro de sons atmosféricos que nos transporta para um sentimento misto de nostalgia e alguma tristeza como também de muita alegria, compara com as folhas que caem na chegada do Outono ou quando os pássaros voam para o sul.

Com mais de um milhão de streamings no Spotify, prémios e concertos nos melhores festivais, incluindo três passagens pelo prestigioso festival SXSW, Conner fará a sua primeira incursão por terras lusas com um voo direto para a Madeira, um concerto para sonhar.


Ceacile-Trier

Ceacilie Trier – CTM – 10 Ago – estreia nacional

Como já vem sendo habitual em todas as edições dos Concertos L, Sérgio Hydalgo, programador mor da conhecida Galeria Zé dos Bois apresenta um concerto: Este ano traz-nos uma das artistas do momento da Dinamarca , Ceacilie Trier.

Esta artista tem trabalhado em várias formações, e desde que lançou o primeiro álbum solo, em 2012, não para de receber elogios de imprensa especializada como Pitckfork , the Quietus entre tantos outros.

Apresenta o seu novo album de 2015, onde encontramos um jazz sombrio numa mistura pop, eletrónica e clássica, o eletrónico funde-se com um piano clássico e violoncelo. Trier toca violoncelo, canta e compõe as suas músicas, numa fusão do mundo clássico com música experimental e moderna onde o jazz e o pop experimental estão presentes.

Trier faz parte de uma nova geração de ouro da Dinamarca onde inclui a Mayhem Scence em Copenhaga, um coletivo de artistas que inclui nomes tão importantes como Marching Church Puce Mary, Synd & Skam, entre tantos outros. Em estreia absoluta nacional.


Guilherme-Orfão

Guilherme Orfão & Wilson Correia – 03 Ago

Guilherme Orfão é um dos músicos madeirenses que melhor tem conseguido levar os instrumentos tradicionais da Madeira para novos formatos e sons modernos, na estreia do seu duo, Guilherme Órfão e Wilson Correia criam novas texturas ao som dos cordofones madeirenses e do piano, viajando por entre composições originais e alguns outros clássicos reinterpretados.

Guilherme tem um longo percurso nas escolas de música tradicionais da Madeira e já atuou em vários formatos nos melhores festivais da região. Recentemente tem divulgado os cordofones madeirenses por Portugal continental, passou pelo Sofar Sounds Lisboa e Porto, Trampolim, MusicBox, entre tantos outros.

Guilherme Orfão é compositor e intérprete, contando cerca de 20 composições, apresenta-se com outro músico da Madeira Wilson Correia que vem da escola do Jazz e que neste momento estuda na escola superior de música do Porto, um concerto totalmente madeirense.


Los-Pirañas

Los Piranãs – 27 Jul

Apresentamos mais uma banda da América do Sul, desta feita da Colombia, e um dos concertos mais originais desta edição. Los Pirañas é uma banda alternativa de Bogotá que expande a música popular sul-americana para territórios psicadélicos onde a distorção e outros sons misturam-se com as suas tradições.

Um encontro lisérgico entre a obscura cumbia, o trance distorcido, algo do afrobeat, de sons das caraíbas e um computador descontrolado. Talvez assim seja possível explicar o som dos Los Pirañas.

Eblis Alvarez, Mario Galeano e Pedro Ojeda foram expostos a mais de vinte anos de sons latino-americanos que ainda hoje são relegados ao último lugar no quesito bom gosto e transformaram todo esse universo numa Colombia moderna mas não necessariamente consensual.

O trio colombiano leva o património musical tradicional sul-americano a um território novo, estranho, um “ruído tropical”. No palco, humor, muito ruído, pouco apego a normas tradicionais e um ritmo frenético. Impossível não acompanhar a batida do começo ao fim.


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Juana Molina – 20 Jul

No dia 20 de julho, acontece um dos concertos mais importantes desta edição com a estreia na região de Juana Molina, uma das maiores estrelas da música alternativa da América Latina e um dos nomes mais importantes das artes da Argentina.
O terceiro álbum “Tres Cosas” esteve nos dez melhores discos do ano pelo New York Times, e o álbum “Segundo” ganhou o prémio de melhor álbum do ano pelo Entertainment Weekly; neste momento tem seis álbuns de originais e prepara-se para lançar ainda este ano o sétimo.

O seu estilo único fez com que a comparassem a grandes nomes como Bjork, Beth Orton ou Lisa Germano, e já teve o reconhecimento de imprensa como a Pitckfork ou artistas como David Byrne.

Os loops de sons acústicos e eletrónicos e as letras surrealistas são marcas das suas criações, situadas entre a pop, a folk, a eletrónica e a música experimental, a sua música é sempre uma exploração sonora, um autêntico acontecimento.