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Joyce Cândido – 6 Outubro

Joyce Cândido é uma das vozes do momento da nova geração do Samba e da MPB. Elogiada por artistas como Chico Buarque, Bibi Ferreira, Elza Soares e tantos outros, Joyce lançou cinco álbuns e teve o apadrinhamento e aplauso de grandes nomes da música brasileira. Já actuou com nomes grandes do Samba como Jorge Aragão e Touquinho.

Em 2017, recebeu a distinção como uma das Embaixadoras da Música Brasileira no Press Award Japão.

O seu segundo CD, O Bom e Velho Samba Novo, foi produzido por Alceu Maia, um dos maiores produtores de samba da actualidade. Admirador do trabalho da cantora este maestro e compositor já trabalhou com Martinho da Vila, Beth Carvalho, Jorge Aragão.

Este ano, celebra 12 anos de carreira e irá realizar 3 tournées, Brasil, uma nova tourneé japonesa e ainda sua sexta tournée europeia.

Encerramos a edição deste ano dos Concertos L com o melhor samba puro do Brasil, numa noite de boa energia e de felicidade.


Sara Tavares – 29 Setembro

Sara Tavares dispensa apresentações, é uma das vozes mais queridas do público Português e presenteou-nos no final de 2017 com um dos melhores álbuns nacionais. Este ano foi convidada pelo David Byrne para subir ao palco no concerto do EDP Cool Jazz, ganhou o CVMA 2018 como melhor interprete e está a correr os festivais nacionais com o seu novo álbum.

É difícil reconhecer a Sara Tavares que nos foi revelada há mais de 20 anos, num trajeto que conta com 5 álbuns de originais, disco de ouro, nomeada como Artista Revelação para os prémios BBC de World Music em 2007, partilhou palco com Joss Stone e Nelly Furtado entre tantos outros.

As suas raízes cabo-verdianas, o seu amor pela soul e a sua facilidade com uma melodia contribuem para criar uma verdadeira música do mundo e a confirmação de uma cantora-compositora capaz de fazer a ponte entre África e a Europa com uma sensibilidade única.

Depois de alguns anos sem gravar, Sara Tavares está de volta às lides discográficas com ‘Fitxadu’ (fechado em crioulo) com um dos melhores discos de 2017. Um concerto obrigatório.


Indignu – 22 Setembro

Os Indignu são uma das bandas post-rock mais interessantes em Portugal, conseguem através das suas guitarras trazer o sentimento de saudade e emoção português.

Regressam este ano aos discos de estúdio com Umbra, quarto trabalho de originais que conta com colaborações de Manel Cruz e Ana Deus descrito pela banda como o mais esculpido até agora. Um disco envolto em penumbra, com guitarras em fúria que invoca uma memória colectiva de uma tragédia que deixou dor e tristeza em Portugal, os incêndios que devastaram parte significativa do país.

Um trabalho único de quatro músicos, todos com formação musical, onde as guitarras e bateria fundem-se com violinos, guitarra com arco de violino e piano. Um universo que nos leva também às sonoridade de músicos como The Edge ou Robert Smith.

Com várias tournées pela Europa, entre eles o festival DunkFest o mais importante festival de pós-rock europeu, assinaram recentemente um contrato de distribuição digital com a Sony Music. Apresentam-se pela primeira vez na Madeira nos Concertos L.


Aisha Badru – 15 Setembro

Estreia Nacional – A nova Iorquina Aisha Badru faz a sua estreia em Portugal nos Concertos L, uma das novas estrelas da exigente editora Nettwerk Records.

Cantora e compositora, é detentora de uma voz forte e única que nos atrai rapidamente para o seu mundo emotivo. Temas como “Bridges” e “Mind on Fire” atingiram em apenas alguns meses uns impressionantes 5 milhões de streams no Spotify desde o seu lançamento.

O mundo conheceu Aisha pela primeira vez em 2015, através do seu EP Vacancy. O projeto atraiu a atenção do mundo da publicidade quando o single “Waiting Around” foi selecionado pela Volkswagen para uma campanha viral internacional. Desde então, a música de Aisha tem estado sempre em destaque, com presença em várias playlists importantes, incluindo a Sexta-feira Feminista do Spotify, Incoming Indie do Vevo e, mais recentemente, no Best of The Week da Apple Music.

O som singularmente emotivo tem tido os melhores elogios, incluindo Afropunk, que o chamou de “difícil de descrever, mas impossível de não sentir”.

O ano de 2018 é ano que vê finalmente nascer o seu álbum de estreia e o jardim da Estalagem será um dos primeiros lugares do mundo a conhecê-lo, simplesmente imperdível.


Pyrit – 1 Setembro

Estreia Nacional – Profundo e absorvente, PYRIT é o projeto de Thomas Kuratli. Depois de se mudar de Zurique para Paris, começou a trabalhar no seu álbum de estreia “UFO” em 2015, originalmente uma história de uma jornada no próprio corpo – dissolvendo-se no universo e transformando-se numa máquina extraterrestre, no novo álbum o artista coloca-nos dentro dessa máquina.

O amor de Pyrit pela electrónica, psicadélico e kraut, traz-nos no ano de 2018 o seu segundo álbum “control”, um trabalho muito mais denso e dark onde encontramos os fantasmas feridos de David Lynch, Portishead ou Haxan Cloak, mas o resultado final é profundamente pessoal e inovador.

Uma jornada, sem começo nem fim, onde carne e digital, concreto e abstrato, ansiedade e esperança se confrontam, num dos concertos mais electrónicos e alternativos desta edição, em estreia nacional.


Maria João & André Santos – 22 Agosto

André Santos, guitarrista madeirense já bem conhecido dos concertos L, convida este ano a mágica Maria João, voz ímpar que enche o palco de cada vez que o pisa.

Maria João é um dos nomes incontornáveis da música e uma das vozes mais emblemáticas do jazz nacional. Participou nos mais conceituados festivais de jazz da Europa fazendo de Maria João uma das poucas cantoras portuguesas aclamadas no estrangeiro. Possuidora de um estilo único, tornou-se num ponto de referência no difícil e competitivo campo da música improvisada com a sua capacidade vocal notável.

Os caminhos de André e Maria João cruzaram-se em 2010, na Escola Superior de Música de Lisboa, onde uma empatia musical e pessoal se desenvolveu até ambos pisarem o palco pela primeira vez em 2017.

No fim de 2017, a parceria continuou com a participação de Maria João em Mutrama, projecto que revisita o cancioneiro tradicional madeirense, no qual o guitarrista, director musical, convidou a cantora para uma das canções.


Gonçalo Caboz – 15 Agosto

Gonçalo é da Madeira e encontra-se a estudar na escola superior de música em Lisboa, lançou um EP de originais com um som muito interessante, ambiental, sentido e de várias influências. Para nós uma honra poder apoiar os criativos da Madeira que têm a coragem de lançar originais com qualidade e cunho próprio.

Segundo o artista o trabalho “Momentum” consiste no pensamento que a sociedade está de tal forma dinâmica e inquieta que quase não há espaço para desfrutar e apreciar os pequenos importantes momentos da vida. Neste disco de estreia Gonçalo Caboz tenta, através da combinação de diversos sons e instrumentos, narrar uma história com base nesta reflexão.


ZDB: Nadah El Shazly – 11 Agosto

A Galeria Zé dos Bois é uma das instituições culturais mais importantes de Lisboa.

Todos os anos a ZDB apresenta um concerto da sua própria programação, em noites que o programador da Galeria, é o anfitrião.

Este ano temos um dos nomes fortes da cena underground do Cairo Egipto, Nadah El Shazly, uma artista egípcia experimentalista que veio inovar a cena musical do seu país.

Para além de ser cantora, compositora e produtora é também multi-instrumentista.

Lançou o seu álbum de estreia , “Ahwar”, em Novembro de 2017, tendo sido muito bem recebido pela crítica e pelo público, foi capa na conceituada revista Wire no mês de Julho 2018. Um projecto único que funde os sons tradicionais árabes com as novas sonoridades.


Edmar Castaneda & Gregoire Maret – 1 Agosto

Dois nomes de peso compõem este concerto, Edmar Castaneda é o mais reconhecido harpista do mundo considerado um génio no instrumento, Gregoire Maret é o mais requisitado gaitista entre os grandes nomes da música internacional vencedor de um Grammy.

Edmar Castaneda é da Columbia mas tomou de assalto o mundo com o seu virtuosismo na harpa – revolucionando a forma como o público e a crítica olham para este instrumento. Mestre na realização de sublimes complexidades rítmicas. Apesar de se mover no mundo do Jazz explora outros géneros com uma mestria única como o samba e outros sons latinos Americanos.

As suas tournées incluiu apresentações no Carnegie Hall e festivais tão emblemáticos como o Montreal jazz festival, conta com quatro aclamados álbuns e já tocou com o Sting, Paco De Lucia entre tantos outros.

Gregoire Maret é um dos músicos mais requisitados da elite internacional do Jazz, vencedor do Grammy melhor álbum de Jazz contemporâneo com o grupo de Pat Metheny e de melhor músico do ano pela Associação de Jornalistas de Jazz. Faz parte da banda de Herbie Hancock e fez várias tournées com o baixista Marcus Miller. Trabalhou com o Elton John e Prince e chegou a estar no Funchal Jazz em 2011 acompanhando Cassandra Wilson, um dos grandes nomes dessa edição.

Este concerto conta também com a participação da cantora Colombiana Andrea Tierra.


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Tatanka – 18 Julho

Natural de Sintra e dono de um carisma e de uma voz inconfundíveis, Tatanka tornou-se conhecido como o vocalista de uma das mais bem sucedidas bandas portuguesas da atualidade – The Black Mamba.

Em 2016 inicia a carreira a solo, num registo mais pessoal e de regresso às suas raízes, contando histórias e apresentando temas originais em português. “Alfaiate” e “De Alma Despida” foram os primeiros temas apresentados, em Maio de 2017.

Em dezembro de 2017, estreou-se a solo na Casa da Música, com sala esgotada, num concerto em que contou com vários convidados: António Zambujo, Miguel Araújo e Diego El Gavi.

Tatanka encontra-se agora a finalizar o seu álbum de estreia, a editar no último trimestre deste ano, possivelmente um dos trabalhos discográficos mais esperados do ano com um dos músicos mais talentosos da música portuguesa, apresenta-se na Madeira num concerto imperdível.


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